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Guerra entre Governo e Bloco de Esquerda no Familygate – Política – Correio da Manhã

O Governo viu-se este sábado obrigado a emitir um comunicado no âmbito do Familygate, sobre os negócios que familiares de governantes fazem com entidades públicas, após o Bloco de Esquerda exigir saber se o caso das golas inflamáveis lesou o Estado. “O parecer [da PGR] põe de lado que o problema sejam as relações familiares. Resta saber se o negócio foi lesivo para o Estado, com algum tipo de favorecimento”, disse Catarina Martins à margem de uma visita à feira da Senhora da Hora, em Matosinhos. O ministério da Administração Interna emitiu uma nota onde esclarece que “não há relação entre este parecer e a investigação em curso por parte do Ministério Público” e lembra que o referido parecer foi pedido “na sequência de notícias sobre a atividade profissional do filho do então Secretário de Estado da Proteção Civil, atividade que nada se relaciona com os programas ‘Aldeia Segura’ e ‘Pessoas Seguras’”. Ainda sobre o caso do Familygate, Rui Rio (PSD) considerou este sábado que existe uma “incompatibilidade claríssima”. Já Assunção Cristas (CDS) destacou que as ligações familiares têm surgido em particular nos governos do PS, e André Silva (PAN) defendeu “mecanismos de maior transparência”. Pormenores Dia para inclusão O líder do PS passou este sábado a tarde a ouvir os anseios de pessoas com deficiência. No final, António Costa garantiu que as acessibilidades serão “a grande prioridade” para esta área da inclusão durante o próximo governo, se vier a ser eleito. Primeira confirmação Ana Sofia Antunes, a secretária de Estado para a Inclusão, foi o primeiro nome confirmado pelo primeiro-ministro para fazer parte de um futuro Governo. À saída da ação em Lisboa, instigado pelos jornalistas, António Costa não quis comentar outros temas da atualidade.